• A barcarola

    A Barcarola representa possivelmente o ponto mais alto de tensão poética e plenitude expressiva alcançado por Neruda na última etapa da sua obra. Vasto poema de amor, o livro alterna a exaltação à companheira do poeta com os episódios relativos às circunstâncias históricas, à experiência pessoal, às paisagens e figuras simbólicas ou a personagens do passado (Lord Cochrane, Joaquim Murieta, Rubén Darío), que contém, de certo modo, a chave do presente latino-americano. Ao reunir sob a mesma atmosfera, sob o mesmo universo poético, o lírico e o épico, A Barcarola consegue, a um só tempo, se constituir na síntese das duas manifestações centrais da grande poesia nerudiana.

    A barcarola

    S/150.99S/189.99
  • O Conde de Monte Cristo

    Marselha, França, 1815. Edmond Dants é um marinheiro prestes a ser promovido a capitão e está de casamento marcado com Mercedes, a bela catalã da vila de pescadores. Tudo parece correr bem na vida do jovem, mas a inveja e a cobiça de seus inimigos destroem os planos de Edmond. Preso e enviado para a terrível prisão de Chateau dIf, ele só tem um objetivo: escapar e descobrir quem o colocou ali. Passados catorze anos, Dants é um homem rico, com muitos disfarces e um novo nome. O conde de Monte Cristo começa sua vingança.

    O Conde de Monte Cristo

    S/129.99S/149.99
  • O conto da ilha desconhecida

    O professor de história Tertuliano Máximo Afonso descobre, certo dia, que é um homem duplicado. Ao assistir a um vídeo, ele se reconhece em outro corpo, idêntico ao dele próprio: um dos atores do filme é seu sósia.Os desdobramentos dessa história são imprevisíveis. Mas o novo romance de José Saramago, esclareça-se logo, não tem nada a ver com clonagem ou outras experiências de laboratório. O que está em jogo é a perda de identidade numa sociedade que cultiva a individualidade e, paradoxalmente, estabelece padrões estreitos de conduta e de aparência.Os romances recentes do escritor português retratam uma época de transformações que, para boa parte da humanidade, resultam mais em perdas que em ganhos. Em Ensaio sobre a cegueira, os personagens perdem a vista, sinal de um tempo em que todos parecem estar cegos. Em A caverna, artesãos perdem o emprego, incapazes de sobreviver à sociedade de consumo.Em O homem duplicado, José Saramago constrói uma ficção extraordinária, apoiada numa questão extremamente atual e inquietante: a perda de identidade no mundo globalizado.

  • O homem duplicado

    O professor de história Tertuliano Máximo Afonso descobre, certo dia, que é um homem duplicado. Ao assistir a um vídeo, ele se reconhece em outro corpo, idêntico ao dele próprio: um dos atores do filme é seu sósia.Os desdobramentos dessa história são imprevisíveis. Mas o novo romance de José Saramago, esclareça-se logo, não tem nada a ver com clonagem ou outras experiências de laboratório. O que está em jogo é a perda de identidade numa sociedade que cultiva a individualidade e, paradoxalmente, estabelece padrões estreitos de conduta e de aparência.Os romances recentes do escritor português retratam uma época de transformações que, para boa parte da humanidade, resultam mais em perdas que em ganhos. Em Ensaio sobre a cegueira, os personagens perdem a vista, sinal de um tempo em que todos parecem estar cegos. Em A caverna, artesãos perdem o emprego, incapazes de sobreviver à sociedade de consumo.Em O homem duplicado, José Saramago constrói uma ficção extraordinária, apoiada numa questão extremamente atual e inquietante: a perda de identidade no mundo globalizado.

    O homem duplicado

    S/1,249.99
  • Presente de um poeta

    A Barcarola representa possivelmente o ponto mais alto de tensão poética e plenitude expressiva alcançado por Neruda na última etapa da sua obra. Vasto poema de amor, o livro alterna a exaltação à companheira do poeta com os episódios relativos às circunstâncias históricas, à experiência pessoal, às paisagens e figuras simbólicas ou a personagens do passado (Lord Cochrane, Joaquim Murieta, Rubén Darío), que contém, de certo modo, a chave do presente latino-americano. Ao reunir sob a mesma atmosfera, sob o mesmo universo poético, o lírico e o épico, A Barcarola consegue, a um só tempo, se constituir na síntese das duas manifestações centrais da grande poesia nerudiana.

  • Últimos poemas

    Intimamente o poeta conversa com o mar e suas diferentes formas. O sino ainda quer tocar. O peso dos anos e a doença aproximam-no da melancolia. A morte transparece e está presente. Mas Neruda reafirma a fé na palavra, sua ferramenta, memória, esperança. Este livro, o último escrito pelo poeta, foi concluído em seu leito de morte, em setembro de 1973.

    Últimos poemas

    S/129.99S/179.99

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